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Como os porcos são insensibilizados para o abate no Brasil

Método mais comum é a insensibilização elétrica em equipamento, diz cartilha da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). No Brasil, não se usa arma de choque.

Por g1

Um açougueiro morreu em Hong King depois de se machucar com o cutelo que manuseava para abater um porco.

Ele utilizou uma arma de choque elétrico para insensibilizar o animal para fazer a sangria, etapa do abate onde um corte é feito na região do pescoço.

  • No Brasil, não se usa arma de choque elétrico para insensibilizar porcos;
  • O método mais comum utilizado no país para insensibilização é o elétrico, porém isso é feito dentro de um equipamento, como na imagem a seguir:
  • O equipamento elétrico precisa ter uma amperagem suficiente para passar pelo cérebro do porco de forma a gerar inconsciência instantânea. É o que diz a cartilha “Bem-estar animal na produção de suínos”, elaborada pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Sebrae e Embrapa.
  • Quando a insensibilização elétrica é feita corretamente, o animal não sente dor“, ressalta a cartilha;
  • O equipamento deve possuir monitor visível para que o operador verifique claramente a corrente e a voltagem que estão sendo aplicadas no suíno;
  • Amperagem insuficiente provoca somente imobilização, sem insensibilização. Nesse caso, o animal sente um grande choque elétrico e sintomas de um ataque cardíaco;
  • O equipamento elétrico provoca estado de inconsciência por um período curto. Por isso a sangria deve ser realizada em até 10 segundos após a descarga elétrica. Isso garante que não haja recuperação da sensibilidade à dor antes da morte do animal;
  • A sangria é a etapa do abate onde um corte é feito na região do pescoço. Quando o corte é eficiente, haverá perda de 40 a 60% do volume total de sangue, sendo que cerca de 70 a 80% do volume perdido na sangria ocorrerá nos primeiros 30 segundos.

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