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Dólar abre em alta, de olho nos balanços americanos e dados de crescimento da China

Na última sexta-feira, a moeda norte-americana subiu 0,11%, vendida a R$ 4,7950, mas acumulou queda de 1,48% na semana.

O dólar abriu em alta nesta segunda-feira (17), iniciando uma semana marcada pela divulgação de diversos balanços corporativos nos Estados Unidos, que dão sinais de como anda a maior economia do mundo para as empresas.

Também pesa sobre o mercado os dados do Produto Interno Bruto (PIB) da China no segundo trimestre deste ano, que vieram abaixo das expectativas do mercado.

Às 09h20, a moeda norte-americana subia 0,36%, cotada a R$ 4,8121. Veja mais cotações.

Na última sexta-feira (14), o dólar fechou em alta de 0,11%, vendido a R$ 4,7950. Com o resultado, a moeda passou a acumular:

  • Quedas de 1,48% na semana e de 9,15% no ano;
  • Alta de 0,13% no mês.
  • COMERCIAL X TURISMO: qual a diferença entre a cotação de moedas estrangeiras e por que o turismo é mais caro?
  • DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
  • DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
  • O que está mexendo com os mercados?
  • O dia é de poucos indicadores econômicos ao redor do mundo, mas um deles chama a atenção e gera mau humor nos mercados: o PIB da China. A economia do país cresceu 6,3% no 2° trimestre, na comparação anual, segundo dados do governo divulgados nesta segunda.
  • O resultado, apesar de alto, está abaixo dos 7% projetados pelos especialistas. Há expectativas de que a segunda maior economia do mundo viva um período de desaceleração, com uma fraca demanda de consumo e de exportações chinesas.

Um PIB chinês mais fraco que o esperado afeta os negócios em todo o mundo porque o país asiático é um dos principais demandantes por diversos produtos, principalmente commodities. Assim, com uma perspectiva de redução nas importações, petróleo e minério de ferro vivem um dia de desvalorização, assim como diversos outros ativos.

Além disso, olhando para o exterior, o que também repercute nos negócios é a temporada de balanços corporativos nos Estados Unidos.

De acordo com Daniel Moura, especialista em mercado de capitais, “se as empresas dos EUA estiverem indo bem, isso pode levar um aumento na demanda por produtos e serviços em todo o mundo, o que impulsiona o crescimento global como um todo e, portanto, respinga aqui no Brasil também”.

Além disso, os resultados podem impactar nos preços das commodities. “Se a indústria automobilística estiver indo bem, por exemplo, vai comprar mais aço, alumínio, cobre e outras matérias necessárias, o que aumenta a demanda por esses metais”, pontua. Como o Brasil é um grande exportador de commodities, tende a se beneficiar do movimento.

Por fim, Moura destaca que se os balanços vierem em linha com as expectativas ou melhores, isso pode trazer confiança aos investidores, elevando o apetite por ativos de risco, como os mercados de países emergentes, caso do Brasil – e o contrário também é válido.

Fonte:G1

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